quarta-feira, 18 de julho de 2018

Conteúdo - O sentido da vida e a filosofia


A discussão sobre o sentido da vida é grande mas a filosofia pode ajudar a encontrar uma resposta, com um método próprio, questionando criteriosamente os argumentos que dão ou retiram propósito aos nosso dias.
Há quem, como Shakespeare, defenda que a vida não tem sentido. Mas a busca pelo conhecimento ou por uma vida eticamente responsável mostram que há coisas que valem a pena e podem dar conteúdo à existência.

É precisamente o tema deste excerto de programa, em que se reflete sobre o contributo da filosofia para a compreensão do que é o sentido da vida.

Janelas da Filosofia é uma rubrica da Antena 2 baseada no livro com o mesmo nome, de Desidério Murcho e Aires Almeida (Gradiva 2014). Os autores, que anteriormente tinham produzido manuais destinados aos 10.º e 11.º anos, falam sobre vários temas centrais da filosofia, como  a ética, a liberdade, ou o que é o conhecimento.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Conteúdo - O que é o conhecimento?


Esta é uma das grandes questões da filosofia e que, desde Platão, inquieta os filósofos. Foi este que, no diálogo Teeteto, apresentou uma primeira definição: "...a opinião certa aliada ao conhecimento da diferença".
Desidério Murcho e Aires Almeida dão continuidade à tradição filosófica e resumem, neste programa,  as suas reflexões sobre o que é conhecer:
-é uma relação entre alguém que quer conhecer e o alvo desse conhecimento;
-é uma crença, justificada, de um sujeito sobre uma coisa, que deve ser real e verdadeira.

Janelas da Filosofia é uma rubrica da Antena 2 baseada no livro com o mesmo nome, de Desidério Murcho e Aires Almeida (Gradiva 2014). Os autores, que anteriormente tinham produzido manuais destinados aos 10.º e 11.º anos, falam sobre vários temas centrais da filosofia, como  a ética, a liberdade, o sentido da vida ou o que é o conhecimento.

sábado, 14 de julho de 2018

Conteúdo - A Ética


A Ética tem como valor central a reflexão sobre o Bem como modelo de acção. As respostas da Ética devem indicar como agir corretamente com o fim último de viver uma vida boa.
E o que é o Bem? é o que, este episódio de Janelas da Filosofia procura responder, com uma viagem muito sintética pelas éticas de Kant, John Stuart Mill e Aristóteles.

Janelas da Filosofia é uma rubrica da Antena 2 baseada no livro com o mesmo nome, de Desidério Murcho e Aires Almeida (Gradiva 2014). Os autores, que anteriormente tinham produzido manuais destinados aos 10.º e 11.º anos, falam sobre vários temas centrais da filosofia, como  a ética, a liberdade, o sentido da vida ou o que é o conhecimento.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Conteúdo - John Locke e os Dois Tratados do Governo Civil


Obras essenciais do pensamento político europeu, estes tratados publicados anonimamente por John Locke em 1681 defendem a separação de poderes e a ideia de que existe um contrato social entre governantes e governados. Este contrato deveria respeitar os direitos naturais (direito de vida, liberdade, propriedade e resistência a tirania) e o seu incumprimento poderia justificar a revolta. Alguns historiadores consideram que o pensamento de Locke influenciou, de forma decisiva, a constituição norte-americana.
Os Dois Tratados do Governo Civil de John Locke transformam-no num dos primeiros e mais eficazes defensores da liberdade dos cidadãos, do estado democrático, da tolerância religiosa e da liberdade das igrejas.

Considerado um dos principais representantes do empirismo inglês, Locke nasceu em 29 de agosto de 1632, estudou na universidade de Oxford onde, após obter o grau de Mestre das Artes, foi professor. Influenciado por John Owen, chanceler da universidade, que defendia a tolerância para com as diferentes religiões, Locke colheu também inspiração das obras de Descartes, Thomas Hobbes e Gassendi.

Estudou medicina e foi um político activo e, graças à inconstância de poder que caracterizou a época, foi obrigado a exilar-se fora de Inglaterra.  A partir de 1675 viveu entre França, Inglaterra e Holanda tendo regressado definitivamente ao seu país em 1689 com uma sólida influência no novo regime liberal.

Nessa época Locke publicou grande parte da sua obra filosófica em que se destacam títulos como “Epístola da tolerância”, “Dois Tratados sobre o governo civil” e “Ensaio sobre o intelecto humano”. Morreu em 28 de outubro de 1704 no condado de Essex, Inglaterra.

“É um Clássico” é um programa da RTP2 em que o professor universitário António Caeiro comenta filosofia, filósofos e obras clássicas de forma informal. Veja neste episódio o seu comentário sobre John Locke e “Os Dois Tratados do Governo Civil”.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Conteúdo - Nietzsche, o Eterno Retorno e a Vontade de Poder


Nietzsche abalou convicções e tradições com as suas obras e teorias. Conceitos como "o eterno retorno" e a "vontade de poder" rebelam-se contra os valores cristãos de resignação e procuram recuperar os ideais da antiguidade. O autor defende que somos livres para criar os nossos valores, afastando opiniões e valores "doentios", num ato de superação individual que nos transformará em super-homens, seres com poder, acima das massas.
Friedrich Willhelm Nietzsche nasceu em Rocken, Prússia, a 15 de outubro de 1844. Estudou filologia clássica, estudo crítico dos textos da antiguidade grega e romana,  e os seus trabalhos iniciais despertaram atenção no meio científico. De tal forma que, com vinte e quatro anos, se tornou professor da disciplina, na Universidade de Basileia.

Os primeiros anos de actividade tiveram a influência de Schopenhauer, filósofo alemão, e do compositor Wagner, de quem se tornou amigo e admirador. Mas este encanto esmoreceu ao longo dos anos e com a evolução do seu trabalho. Em 1872 publica o seu primeiro livro, “A origem da tragédia”, e seis anos mais tarde, rompe em definitivo com os seus influenciadores, com a obra “Humano, demasiado humano”. Estes representavam, então, para Nietzsche, uma orientação nostálgica para o cristianismo com um espírito de renúncia e resignação demasiado afastados dos valores vitais da antiguidade clássica com os quais ele se identificava cada vez mais.

O autor propõe uma revisão dos valores morais, baseados na defesa dos mais fracos e em religiões nas quais a fé escasseava. E propõe uma filosofia individualista, baseada na força e no poder, em que os homens, conscientes da sua liberdade em decidir, podem tornar-se super-homens. Argumentos que, mais tarde, foram utilizados pela propaganda nazi.

A sua própria vitalidade é que se deteriorou cedo. Por motivos de saúde abandonou a cátedra em 1879 e, a partir daí, foi publicando obras relevantes como “A aurora”, “A gaia ciência”, “Assim falava Zaratustra”, “Para além do bem e do mal”, “A genealogia da moral”, entre outros, mas sempre enfermo, dentro e fora das redes da loucura. Morreu em 25 de agosto de 1900, alheado da crescente fama despertada pelos seus trabalhos e da própria realidade.

“É um Clássico” é um programa da RTP2 em que o professor universitário António Caeiro comenta filosofia, filósofos e obras clássicas de forma informal. Veja neste episódio o seu comentário sobre Nietzsche e os conceitos de eterno retorno e vontade de poder.

domingo, 8 de julho de 2018

Conteúdo - Os problemas da filosofia política


Sócrates, Platão e Aristóteles, os mais influentes filósofos da Grécia antiga, inauguraram a reflexão sobre o que deve ser uma sociedade justa. É sobre esse tema, a filosofia política, que se resumem algumas questões neste Janelas da Filosofia.
Tendo como objectivo a análise ao que é a relação em sociedade, a Coisa Pública – do latim “res publica” –  Desidério Murcho e Aires de Almeida destacam  alguns problemas centrais desta abordagem da filosofia:
-Quem fica com o quê ? – o problema da distribuição da riqueza para uma sociedade ser justa;
-Quem disse ? – quem tem autoridade para distribuir, justamente, essa riqueza;
-A tensão entre liberdades individuais e a igualdade entre todos nas sociedades.

Janelas da Filosofia é uma rubrica da Antena 2 baseada no livro com o mesmo nome, de Desidério Murcho e Aires Almeida (Gradiva 2014). Os autores, que anteriormente tinham produzido manuais destinados aos 10.º e 11.º anos, falam sobre vários temas centrais da filosofia, como  a ética, a liberdade, o sentido da vida ou o que é o conhecimento.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Conteúdo - Voltaire e o Tratado Sobre a Tolerância


A discussão sobre a tolerância continua actual e Voltaire pode lançar alguma luz sobre o tema com o seu tratado contra os preconceitos e fanatismos religiosos que conduzem à segregação e à barbárie.
Voltaire, ou melhor, François-Marie Arouet, nasceu a 21 de novembro de 1694, em Paris. Foi educado pelos jesuítas e teve uma vida de aventuras. Chegou a ser detido na Bastilha, graças a um desentendimento com um nobre, o cavaleiro de Rohan. Viveu em Londres, onde absorveu a cultura inglesa, e colheu influências de Bacon, Locke e Newton.

Neste Tratado, defende que se o ser humano é por natureza intolerante, essa tendência deve ser contrariada para não se definir o homem por abstrações como raça ou orientação sexual, porque o que importa é a pessoa.

“É um Clássico” é um programa da RTP2 em que o professor universitário António Caeiro comenta filosofia, filósofos e obras clássicas de forma informal. Veja neste episódio o seu comentário sobre Voltaire e “Tratado sobre a Tolerância”.

Conteúdo - Os valores são subjectivos ou culturalmente relativos?


A esta pergunta respondem diferentes pontos de vista e, neste Janelas Para a Filosofia, mais do que enumerar as diferentes teorias, procura-se incentivar a reflexão e a analise própria da filosofia.
Alguns valores são objectivos, outros relativos e outros subjectivos. Os valores objectivos são juízos de fato, descritivos e são verdadeiros ou falsos. Já os valores que de forma comum se consideram subjectivos ou relativos, são juízos de valor que expressam opiniões ou condicionam escolhas.

Sobre os últimos, há defensores radicais de cada um deles: os subjectivistas defendem a subjectividade de todos os valores; os relativistas, afirmam que todos os valores são relativos. E quer uns, quer outros, podem basear-se em pressupostos frágeis.

Refletir sobre esta questão,  os critérios valorativos, é uma das missões da filosofia e, mais do que identificar as teorias a favor ou contra, o seu método próprio ajuda a analisar e refletir sobre a validade e consistência dos diversos argumentos. No fundo é um exercício para pensar melhor.

Janelas da Filosofia é uma rubrica da Antena 2 baseada no livro com o mesmo nome, de Desidério Murcho e Aires Almeida (Gradiva 2014). Os autores, que anteriormente tinham produzido manuais destinados aos 10.º e 11.º anos, falam sobre vários temas centrais da filosofia, como  a ética, a liberdade, o sentido da vida ou o que é o conhecimento.

Conteúdo - De que trata a filosofia?


Podemos dizer que o objecto principal da filosofia é o saber, mas não se confunda um filósofo com um sábio. Enquanto que o último pressupõe já a detenção do saber, a filosofia é antes o amor, o percurso que leva ao conhecimento.
Essa busca pode começar por reflexões mais simples sobre conceitos que utilizamos diariamente sem questionar. Por exemplo, saber o que é o tempo é uma questão filosófica, quando se analisam e interrogam sistematicamente as definições e percepções sobre o seu significado.

Esta abordagem tem como objectivo compreender de forma articulada e mais clara a própria realidade. É este o tema discutido no programa reproduzido aqui.

Janelas da Filosofia é uma rubrica da Antena 2 baseada no livro com o mesmo nome, de Desidério Murcho e Aires Almeida (Gradiva 2014). Os autores, que anteriormente tinham produzido manuais destinados aos 10.º e 11.º anos, falam sobre vários temas centrais da filosofia, como  a ética, a liberdade, o sentido da vida ou o que é o conhecimento.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Vídeo - Filosofia - Introdução a Platão

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